sábado, 18 de dezembro de 2010

Aos meus amigos e amigas.....

Acaso
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa só.
Leva um pouco de nós mesmos,
deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova de que duas almas
não se encontra ao acaso...
(Antoine de Saint-Exupéry)

Recebi esta mensagem da (o) 
amiga (o) secreta (o)
da Escola Carlos Bina e quero aqui 
compartilhar estas lindas palavras 
com todos os amigos e amigas
deste mundo afora..... 

domingo, 12 de dezembro de 2010

Somos seres geneticamente sociais....

Eu não sou você, você não é eu...
Eu não sou você
Você não é eu
Mas sei muito de mim
Vivendo com você
E você, sabe muito de você vivendo comigo?
Eu não sou você
Você não é eu
Mas encontrei comigo e me vi
Enquanto olhava pra você
Na sua, minha, insegurança
Na sua, minha, desconfiança
Na sua, minha competição
Na sua, minha birra infantil
Na sua, minha, omissão
Na sua, minha, firmeza
Na sua, minha, impaciência
Na sua, minha, prepotência
Na sua, minha fragilidade doce
Na sua, minha, mudez aterrorizada
E você se encontrou e se viu,
Enquanto olhava pra mim?
Eu não sou você
Você não é eu
Mas foi vivendo minha solidão
Que conversei com você
e você conversou comigo na sua solidão
Ou fugiu dela, de mim e de você?
Eu não sou você
Você não é eu
Mas sou mais eu, quando consigo
Lhe ver, porque você me reflete
No que eu ainda sou
No que já sou e
No que quero vir a ser...
Eu não sou você
Você não é eu
Mas somos um grupo, enquanto
Somos capazes de, diferenciadamente,
Eu ser eu, vivendo com você e
Você ser você, vivendo comigo.


GRUPO É... GRUPO
A cada encontro: IMPREVISÍVEL.
A cada interrupção da rotina: ALGO INUSITADO.
A cada elemento novo: SURPRESAS.
A cada elemento já parecidamente conhecido: 
ASPECTOS DESCONHECIDOS.
A cada encontro: UM NOVO DESAFIO, 
MESMO QUE SUPOSTAMENTE JÁ VIVIDO.
A cada tempo: NOVO PARTO, 
NOVO COMPROMISSO FAZENDO HISTÓRIA.
A cada conflito: ROMPIMENTO DO ESTABELECIDO
 PARA A CONSTRUÇÃO DA MUDANÇA.
A cada emoção: FACETA INSUSPEITÁVEL.
A cada encontro: DESCOBRIMENTOS DE TERRAS 
AINDA NÃO DESBRAVADAS...
GRUPO É GRUPO!


Estas “provocações” foram extraídas de um texto de Madalena Freire, intitulado O que é um Grupo?, que o GEEMPA distribuiu em 2004, no Curso para Alfabetizadores – Ensinando para que todos Aprendam.

E você, o que pensa sobre grupo? O que pensa sobre seus grupos áulicos e de estudos? Qual o seu papel dentro do grupo? Qual sua importância dentro deste contexto? Vamos refletir... Pensar...  “Transitar ignorâncias”... Afinal de contas GRUPO é GRUPO...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Está chegando o Natal.....


olhem que lindas as guirlandas que confeccionamos...















A frase do dia é.....

Mais uma frase para pensar muuuuiiito!!!!
Por amor ou por ódio 
outro 
é que me abro.
eu só aprendo e só ensino,
se amo ou odeio.
(madalena freire)

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A frase do dia é.....

Sempre que alguma leitura, uma frase apenas, me deixar transitando minhas ignorâncias, irei postá-la, para compartilhar com minhas amadas colegas geempianas.... A frase de hoje é:
“A ansiedade gerada pela consciência de não sermos completos é um dos motores da construção da própria competência”.
(Madalena Freire)
Aguardo comentários.... Eles enriquecem minhas ensinagens e aprendizagens sempre!!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Tiririca.... Alfabetizado????

Colegas geempianas, achei este texto no Blog GEEMPA Guarapari, mas não podia deixar de postá-lo no meu blog também, pois ele é simplesmente FANTÁSTICO.... Boa leitura!!!!!
Como saber se Tiririca está alfabetizado?


Esther Pillar Grossi
Doutora em Psicologia da Inteligência
pela Universidade de Paris


É pelo menos intrigante, para não dizer incompreensível, o que vem acontecendo com um cidadão que foi eleito deputado federal e sobre o qual paira a interrogação se é ou não alfabetizado, condição para exercer tal mandato legislativo.
O que não se pode compreender é que a avaliação para concluir se Tiririca é ou não alfabetizado seja feita por juízes eleitorais.
A quem cabe decidir se alguém é ou não portador de alguma enfermidade?
A quem cabe julgar se uma obra de engenharia está ou não de acordo com as exigências técnicas requeridas?
A quem cabe avaliar se alguém é ou não alfabetizado?
É incrível que para esta avaliação não seja chamado um profissional conhecedor das sutilezas do processo de alfabetização. O juiz que agora afirma que Tiririca é alfabetizado porque apresenta “um mínimo de intelecção do conteúdo de um texto, apesar da dificuldade na escrita”, assim como o que inicialmente concluiu por sua incompetência para ler e escrever, não são profissionais habilitados para emitir tais julgamentos.
Estar alfabetizado exige que qualquer pessoa seja capaz de ler e de escrever um texto com características bem definidas, conhecidas por quem é da área. É imprescindível ler e compreender o conteúdo de um determinado texto, que cuidadosamente é preparado para essa avaliação. E é indispensável ser capaz de escrever também, de próprio punho, um texto, não um ditado proposto por outra pessoa. O texto escrito só será satisfatório para considerar-se alguém alfabetizado se uma pessoa medianamente instruída conseguir compreender o que o escrevente escreveu. Alfabetizado só o é quem consegue compreender idéias de outro postas no papel e quem consegue pôr no papel ideias suas, com princípio, meio e fim, pois isto é produzir um texto.
Este é o critério definido pela UNESCO para caracterizar a competência que permite considerar alguém alfabetizado.
Para avaliar esta competência há exigências e estratégias didáticas próprias, há modos estudados e testados para fazê-lo, e há profissionais preparados para tanto.
Confesso que não só tive vontade de me apresentar para avaliar Tiririca, como, mais do que isto, desejei ter disponibilidade para me prontificar a alfabetizá-lo, caso não o seja. Para tal, menos de três meses são necessários, com metodologia científica muito nova, que se apóia no pós-construtivismo. De acordo com esta metodologia ele deveria ser inserido em uma turma de no mínimo 12 alunos, porque aprendizagem escolar é um fenômeno social e só bem se realiza no interior de um grupo de colegas que persigam juntos os mesmos conhecimentos. A alfabetização acontece numa turma de alunos orientada para que percorra um processo muitíssimo interessante, o qual compreende hipóteses construídas a partir do contato com atos e materiais de escrita, isto é convivendo com pessoas que lêem e escrevem, assim como dispondo de livros, revistas, jornais, cartas, listas, cartazes, rótulos, etc... É fácil dar-se conta que estes contatos não são corriqueiros para quem é oriundo de ambiente onde estão os 50 milhões de adultos analfabetos com os quais ainda convivemos no Brasil. Cabe à escola, nesses casos, compensar a ausência desses contatos nas famílias, o que concretamente é possível.
A avaliação da competência na leitura e na escrita deve levar em conta uma síntese muito particular de três habilidades diferentes e complementares, que são a de associar sons a letras, a de ler e a de escrever. Aprender a ler e a escrever é semelhante a compreender e/ou falar uma língua estrangeira. Pode-se compreender sem falar ou até pode-se conseguir falá-la sem compreender quando outros falam, porque um e outro são processos diferentes, que não são simultâneos, nem paralelos. Somente quando se logra esta síntese de ler e de escrever é que se está alfabetizado, e para sempre. A perenidade desta alfabetização se deve ao fato de que nosso sistema nervoso registra tais sínteses, que são esquemas de pensamento. Nosso cérebro não acolhe conceitos isolados, ele só acolhe e registra campos conceituais, isto é um conjunto de elementos que se fecham num sistema de relações. Aquilo que não é registrado no organismo não tem como permanecer nele com estabilidade, isto é, não é verdadeiramente aprendido.
Portanto, avaliar se alguém está ou não alfabetizado é tarefa de profissional da área, que conhece os meandros do complexo processo pelo qual se passa para dominar a magia da escrita.
Felizmente, é isto que estão fazendo centenas de professores, no Rio Grande do Sul, dentro do projeto “Alfabetização de alunos com seis anos”, e milhares no Brasil, dentro do “Programa de Correção de Fluxo Escolar”, do MEC, ambos realizados pelo Geempa. Neles, os alunos são avaliados rigorosamente, com instrumento cientificamente qualificado e, felizmente, com excelentes resultados. Nesta excelência está o contingente de nosso estado que, neste ano de 2010, conseguiu alfabetizar todos os seus alunos, os quais comemorarão tal conquista em uma festa de premiação, dia 18 de dezembro, no Teatro São Pedro, em Porto Alegre.
Portanto, não se pode saber se Tiririca é ou não alfabetizado, a não ser que ele seja avaliado por profissional que conheça por dentro como se dá o processo de alfabetização e que saiba como se evidenciam os critérios estabelecidos pela UNESCO para considerá-lo alfabetizado.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Trabalhando maquetes e plantas baixas.....

maquetes e plantas baixas no 1° ano....
um sucesso!!!

iniciei o trabalho com maquetes
durante as atividades com o
contexto semântico do dinomir...
fizemos as plantas baixas das peças da casa do dinomir e depois cada grupo construiu a maquete da peça escolhida,
ficou show de bola!!!! observem...
 COZINHA...

 JARDIM...

 QUARTO...

 GARAGEM...

 BANHEIRO...

 SALA...

Depois mergulhamos no contexto semântico
do Patrick.... Que letra é essa??
Fizemos as plantas baixas
das salas de aula do Patrick....
A antiga, onde ele não aprendeu...





E a da Professora Angela,

onde ele descobriu o maravilhoso
mundo da leitura e da escrita







Olha a densidade desse desenho....
“Onde ele foi aceito prô e onde ele
foi amado”...


 


  
Olha que lindo ficou nosso Mural....